quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Macarrão é alternativa nutritiva e acessível para a mesa do brasileiro

Em momentos de alta de alimentos básicos, como o feijão, a massa se destaca ainda mais como aliada da boa alimentação

A dobradinha arroz com feijão está na mesa da maioria dos brasileiros praticamente todos os dias. Porém, com a elevação do preço do feijão, que chegou a ter aumento acumulado de 58,06%[1] este ano, e do arroz[2], que registrou um aumento de 3,36%, está sumindo do cardápio diário. Para adequar a alimentação ao orçamento, a dica da Basilar, líder em vendas no interior de São Paulo, é fazer trocas inteligentes. Na hora de substituir o arroz com feijão, o macarrão pode ser um bom aliado.

De acordo com a nutricionista Mariana Nacarato da Equilibrium, as massas têm uma composição nutricional muito parecida com o arroz, pois são fontes de carboidrato e, por isso, fornecem energia para o corpo. Já o feijão contém proteínas, nutriente importante para fortalecer o sistema imunológico e os músculos; ferro, nutriente fundamental para evitar anemia; fibras, importantes para o funcionamento do intestino e vitaminas que contribuem para o bom funcionamento do corpo. 

Para deixar a refeição nutricionalmente completa, a dica é buscar esses nutrientes em outros ingredientes. Além de incluir saladas, legumes cozidos e verduras refogadas, que contém fibras, a combinação da massa com carne, frango ou e sardinha, também ricas em e proteína, deixa o prato equilibrado, podendo substituir o tradicional arroz com feijão. “Outras leguminosas, como ervilhas e grão de bico, e raízes, como a beterraba, também têm vitaminas ferro e fibras, e combinam com as massas, podendo substituir bem o feijão”, diz a nutricionista.

Outro ponto importante é que no Brasil, por lei, a farinha de trigo, principal componente das massas, é enriquecida com ácido fólico, um ingrediente naturalmente encontrado também no feijão. “O ácido fólico é essencial para a saúde, especialmente para as grávidas, pois ajuda na formação do sistema nervoso do bebê”, ela explica Mariana.

“Enquanto o preço do feijão continuar alto é possível escolher outros alimentos que ofereçam nutrientes parecidos e sejam saborosos tanto quanto o arroz e feijão. Aproveite esse momento para provar novos alimentos e combinações e tornar a alimentação variada e diversificada”, sugere a nutricionista.

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